domingo, 11 de agosto de 2019

Inside SENAI - uma visão de dentro do "mecanismo" (maçom?)

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Visita da maçonaria na FIESP (fonte: Itamar Borges, acesso 2019)

Assisti ao programa sobre uma casa de maçonaria no Reino Unido que abriu suas portas ao documentário da Netflix. Clube do Bolinha, ações humanitárias, corrente de ajuda entre membros, tudo confuso. 
Realidade, iniciada a crise em 2013 e até hoje no sistema S, devido a queda do tributo obrigatório da indústria, graças ao desgoverno de 4 mandatos, resultou em fechamento de turmas, cursos e demissão de 50 pessoas em uma única escola, graças aos 3 milhões de reais de calote da Dilma, só nessa escola, documento este apresentado pela direção em reunião pedagógica. 
Os ex-colegas que eram da maçonaria escaparam ilesos, um já é diretor de unidade.
Vamos conhecer o sistema por dentro, da visão de um instrutor.
Conheci o sistema SENAI em 1995, quando procurava um segundo emprego. Quando garoto, não consegui vaga e fui fazer escola técnica. Fui informado que aprendiz só por indicação de empresa e com pai falecido sem chance. Enviei o currículo, quando milhares de vagas eram anunciadas nos jornais de domingo, e fui chamado para uma prova teórica que durou 8 h e uma prática de 5 h (fui o primeiro a terminar e com tudo correto). Fui classificado com mais 15 para realizar um curso chamado FOFO com um ano de duração. A intenção era preparar melhor o futuro instrutor. Na verdade, no ano anterior, houve uma demissão maciça com fechamento de turmas dos cursos noturnos que só retornaram em 2012. Um formador deixou escapar que fizeram uma limpeza em instrutores de 60 anos, trazendo jovens de 30 anos atualizados nas novas tecnologias.
Sem vaga próximo de casa, fiquei no cadastro reserva e substitui um ou outro docente adoecido até perder a validade dois anos depois. Nessa de substituição trabalhei até 2000. Chateado, fiz um retiro até 2007, quando enviei de novo um currículo e fui chamado para nova prova teórica e prática, ficando em segundo, após concorrer com professores da casa. O primeiro era uma transferência, então, fui primeiro colocado. Agora sem curso de formação, fui chamado 6 meses depois, após um docente se engraçar com uma aluna e ser demitido após fotos circularem pela escola.
O MEC autorizou 5 perfis para lecionar no SENAI e eu atendia a um deles, então minha contratação foi autorizada.
Não percam a emocionante e frustante experiência de 8 anos. #senai #educação #mecanismo

sábado, 10 de janeiro de 2009

Burrice, só isso...

RUY CASTRO - Eu coo, eu moo
Folha
RIO DE JANEIRO - Não olhe agora, mas tenho a impressão de que a reforma ortográfica, que está queimando as pestanas dos que vivem da língua portuguesa -professores, jornalistas, escritores, editores de livros, locutores de TV e rádio, publicitários, foi feita só para suprimir o trema. É o único ponto sobre o qual ninguém parece discordar. O atroz dilema do hífen -co-habitar ou coabitar?, o degredo do acento agudo de palavras como jibóia e averigúe e a horrível morte de certos circunflexos estão levando gramáticos às fuças. Sem o chapeuzinho, por exemplo, como conjugar verbos como coar e moer? Eu coo, eu moo? Muitos se rebelam contra tais alterações e ameaçam ir às últimas para não ter de escrever antissegregacionismo, bensucedido ou ad-renalina. Enquanto isso, os dois inocentes pontinhos sobre lingüiça, qüinqüênio, pingüim etc. foram varridos pelos lingüistas sem a menor contemplação, como se contaminassem a escrita com sarna ou beribéri. Na verdade, para muitas pessoas, o trema já vai tarde, porque elas nunca o usaram, com ou sem reforma. Pois, a partir de agora, quero ver alguém se sair bem numa argüição, a começar pela pronúncia desta palavra sem o trema. Um dos argumentos para a reforma é a de que a dupla ortografia impedia a difusão da língua portuguesa no exterior. Temo que, com o acordo, a língua continue secreta fora dos países lusófonos, mas, pelo menos, estará unificada. Unificada? Para meu orgulho, já tive alguns livros traduzidos para inglês, japonês, alemão, espanhol, italiano, russo e polonês. É natural -como poderiam ser lidos naqueles países se não fosse assim? Mas nunca entendi por que um deles, "Carmen - Uma biografia", ao ser lançado em Portugal, teve de ser radicalmente traduzido do português para o... português.
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Fica a impressão que a reforma foi feita para impedir a "tiração de sarro" sobre a ignorância petista, demonstrada em cada linha escrita, contrariando a mídia vendida a todos de "intelectualidade" e cultura.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Novo modelo de gestão escolar

Graças a uma parceria com o Instituto Itaú Social e o Instituto Fernand Braudel, o governo do Estado de São Paulo vai começar a testar, na rede de ensino fundamental, o modelo de gestão escolar que foi adotado há oito anos pela Prefeitura de Nova York e que vem, desde então, apresentando excelentes resultados.
A ideia da Secretaria Estadual de Educação é aplicá-lo inicialmente nos dez colégios da capital com os piores resultados nas avaliações oficiais. Segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), metade dos alunos da quarta série dessas escolas não consegue ler um texto simples e tem dificuldades para fazer as quatro operações aritméticas.
Em seguida, a Secretaria da Educação quer estender o modelo para todos os colégios situados nos bairros mais carentes da zona leste, oferecendo:
1. apoio técnico;
2. supervisionando o trabalho pedagógico;
3. aumentando o controle sobre as frequências dos docentes e estudantes;
4. e estimulando os diretores e os professores a se envolverem cada vez mais com os pais dos alunos.
Como essas escolas estão localizadas em áreas problemáticas, a Secretaria pretende registrar todos os casos de violência e pedir providências urgentes aos órgãos policiais. O objetivo é que os diretores de cada colégio passem a se responsabilizar pelo aprendizado dos alunos e a prestar contas dos resultados de sua gestão.
A reforma escolar de Nova York -
1. cujos colégios públicos tinham salas superlotadas,
2. tinham um alto número de estudantes acima da idade adequada para a série,
3. seguiam currículos defasados,
4. apresentavam altas taxas de repetência e evasão
5. e baixos índices de conclusão de curso
6. e frequentemente eram palco de conflitos de gangues
- começou a ser implementada durante a gestão do prefeito Michael Bloomberg, em 2001. As escolas mais problemáticas estavam situadas nas áreas mais pobres, principalmente no sul do Bronx e no Queens, que são bairros de imigrantes. O modelo adotado por Bloomberg para recuperar o sistema educacional novaiorquino, que fora reduzido a escombros após sucessivos governos populistas, introduziu importantes inovações. Uma delas:
1. foi o aumento dos salários dos professores
2. e a concessão de estímulos financeiros para que morassem próximo do local de trabalho,
o que atraiu profissionais qualificados de todo o País.
Foram ampliadas as prerrogativas dos diretores,
1. que passaram a ter liberdade para gerir recursos,
2. elaborar currículos,
3. demitir professores faltosos ou desmotivados e escolher serviços de apoio.
Também foram criadas:
1. equipes de coordenadores encarregadas de desenvolver uma cultura de respeito mútuo entre estudantes,
2. bem como equipes de segurança com a incumbência de identificar pontos de tensão nos corredores e escadarias, antes que a situação saísse do controle.
Os diretores também passaram a ser avaliados e os que apresentavam desempenho considerado insatisfatório eram advertidos. Os que não conseguiram mostrar progressos foram sendo demitidos. Além disso, foi criada uma "Academia de Liderança", um programa de treinamento rápido para aspirantes a diretor, que paga diretores experientes para serem mentores e instrutores. E, com apoio de organizações não-governamentais, a rede escolar novaiorquina passou a recrutar jovens talentos recém-formados nas universidades para lecionar as matérias para as quais é difícil encontrar professores.
Cada aluno passou a ser testado quatro ou cinco vezes ao ano, para avaliar seu progresso individual e identificar problemas de aprendizagem. Os estudantes disfuncionais passaram a ser tratados com maior rigor e os pais passaram a ser chamados para ajudar na aplicação das sanções disciplinares.
Com essas medidas, a violência diminuiu e o aproveitamento escolar aumentou. O sucesso dessa política foi estudado pelo diretor-executivo do Instituto Fernand Braudel, Norman Gall, que a relatou em artigos publicados no Estado no ano passado e, com apoio financeiro do Instituto Itaú Social, formulou um projeto para sua aplicação no Brasil, que o governo paulista encampou. Ainda que a experiência possa esbarrar em eventuais obstáculos jurídicos e resistências dos sindicatos de professores, a iniciativa não poderia ser mais oportuna.
Do estadão, no link.
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Vários pontos serão conflitos. A lei faculta 6 faltas e abonadas médicas e elas irão acontecer. Uma coisa que o sindicato não enxerga, é que reduzindo os problemas de ruído na escola, a saúde e vontade do professor entrarão em sintonia com o bem querer da escola e dos alunos e este percebendo isto, abandonam a bandeira da violência. O problema é a cultura do revolucionario non sense, que não luta contra o meio ambiente por exemplo mas luta contra o sistema.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Erros na educação

Se já temos o SENAI totalmente estruturado, para quê criar mais vagas, se aqueles que não passam na ETE estadual e SENAI não tem condições minimas de levar adiante o ensino técnico?.
Isso só cria uma categoria de sub-técnicos, jogando o patamar salarial dos 500 reais atuais para 1 salário minimo.
Claro, essa trupe trocaria o voto nas eleições.

26/12/2008 - 12h02
Lula sanciona lei que cria 38 institutos federais de educação

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sanciona na segunda-feira (29) a lei que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. Com os institutos, presentes em todos os estados, aumenta o número de vagas em cursos técnicos de nível médio, em licenciaturas e em cursos superiores de tecnologia.

29/12/2008 - 16h48
Lula assina lei dos Ifets, que muda nome de escolas técnicas e promete mais vagas gratuitas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta segunda-feira (29) o projeto de lei dos Ifets (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia).Oficialmente, anuncia-se a criação de 38 institutos. Na prática, escolas técnicas e Cefets (Centro Federais de Educação Tecnológica) tiveram os nomes mudados e começarão 2009 sob nova denominação. Em São Paulo, por exemplo, o Cefet-SP passa a se chamar Ifet-SP.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Permissividade


O correto seria a familia averiguar a posição da escola e ficar de olho no próprio filho.

Infelizmente, parece que assumir que uma familia errou na dose de educação, dói demais e basta acuar a escola com leis um pouco tortas e manter o filho impune até que apronte outra.


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dia do professor

Sem palavras...Do IPEA: Famílias chefiadas por adultos analfabetos funcionais, são pobres.
Concluimos então que a pobreza decorre da falta de educação e não cor da pele, como então envenenar a mente das pessoas.

domingo, 28 de setembro de 2008

Nada muda


E sequer podemos confiar nos dados, quando recebemos noticias de mudanças não explicadas e a não divulgação de dados sobre inflação no IPEA...