Foram:
- 45 dias com 3 turmas de 1EM tratando da Química;
- 45 dias com uma turma de 6EF tratando de Matemática;
- 15 dias com 3 turmas do 1EM-EJA tratando de Química;
- 7 dias com História para 5 e 6EF;
- 7 dias com Matemática para 8EF, 1 e 2EM;
- 7 dias com Artes para 5, 6 e 8EF;
- 7 dias com Física para 1 e 2EM;
- Dias avulsos com Português, Física, Geografia, Educação Física, Biologia, Química, Inglês, História, Matemática, Artes, Filosofia, abrangendo da 5EF até o 3EM, inclusive EJA, em 3 escolas diferentes;
- 2 escolas entre as "top 15" da cidade e 1 entre as "last 15";
- Alguns dias com 11 aulas, mesmo pagando apenas 8. Das 7 às 23 hs. Com salário variando entre 260 e 750 ou de 30 a 90 aulas/mês;
- Crianças de todos os tipos, educadas e selvagens, interessadas e alheias, prova incontestável que não é exatamente a aula massante e sim o interesse da criança e a educação que esta recebe em casa;
- Adultos interessados, cada um no seu ritmo;
- Não entrarei no mérito da direção ou coordenação, mas faz muita falta a tolerância zero com a criança e marcação "cerrada" sobre os pais;
- Uma greve tola, cujo único perdedor foi o aluno, com um bimestre perdido;
- Situações bizarras:
1) suspensão de um professor eventual;
2)"fome por aula" de outros eventuais, falseando situações e opiniões;
3) aluno libera gases na frente da direção;
4) aluno bate boca com coordenação;
5) aluno, ausente de sua aula, entra em outra, xinga professor de otário na frente de outro professor e sai impune. Na rua, outro aluno xinga o professor de FDP, repreendido por comportamento inadequado e perturbação da aula e fica impune;
6) aluno atira bolinha de papel no professor titular e/ou eventual pelas costas;
7) aluno recebe bronca por não sentar, impedir a chamada ou explicação do conteúdo e simplesmente ignora, chutando o mobiliário ou a porta, ausentando-se da sala ou continuando em seu desrespeito, como se soubesse da impunidade;
8) aluno encontra cano em sala de aula e arremessa contra a janela em plena aula;
9) quadro sem condições de escrita e/ou perfurado;
10) faltas coletivas sem punição;
11) professores culpando o neoliberalismo e a editora abril.
Ficam ótimas lembranças também.
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