domingo, 9 de março de 2008

Segunda semana

Participo do HTPC.
A reunião não passou de um "deja vu" de anos anteriores na primeira hora e na segunda, um mero bate papo. O cargo de professor coordenador ainda está em fase de concurso, ou seja, todos os HTPC não terão efeito prático.
Acompanhando o ensino médio, os alunos continuam longe e qualquer realidade escolar.
No ensino fundamental, a dificuldade com números e suas operações básicas é gritante. Duas avaliações foram feitas , na mais fácil, muitas notas zeros e uma sala com 27 notas vermelhas. Na mais dificil, sem nota zero, mas muitos "uns e dois". Será feita uma nova revisão e nova prova.
Substitui o professor de Geografia na oitava série, prôpus aos alunos, seguirmos o processo de revisão do jornal, não obtive resposta pois continuavam na anarquia e desatenção pós intervalo.
Nas aulas de Química, prosseguimos com a revisão do jornal e adicionei mais elementos, explorando os termos desconhecidos aos alunos. O comportamento continua exigindo pedidos de por favor e colaboração constantes.
Aqui faço uma pedido de ética junto aos eventuais. Desci para beber água e minha última turma foi tomada, como se não soubessem que a turma fora atribuida a mim. Já incomoda o fato de não haver critérios de afinidade entre matéria e professor, como por exemplo, aulas de Física do ensino médio, distribuidas, evitando um vinculo aluno-professor e pior, nas mãos de professor de Português, com o de Matemática com habilitação em Física esperando na sala (às vezes dois) .
O critério é simples:
1. Ofereça a substituição ao professor efetivo da matéria ou com afinidade;
2. Ofereça a substituição, ao eventual, respeitando a formação e afinidade de cada um.
Devemos respeitar a constituição e "dar" qualidade ao ensino, na medida do que for possível.

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